Política

Republicanos indica médico e ex-prefeito para suplência de WF; Paccola será "julgado" nas urnas

O presidente do Republicanos e ex-deputado federal, Adilton Sachetti, revelou que a legenda está negociando ocupar a segunda vaga de suplência na chapa formada por Wellington Fagundes (PL). Nesta manhã, durante a convenção estadual do Partido Liberal, Wellington confirmou que o ex-secretário da Casa Civil, Mauro Carvalho (União), é o seu primeiro suplente e a segunda vaga ainda está aberta.

 

A legenda oficializou Otaviano Pivetta (Republicanos) como vice na chapa a reeleição do governador Mauro Mendes (União). Diante desse cenário de indefinição, Sachetti acredita que o Republicanos pode ocupar esse espaço com o ex-prefeito de Sorriso, Dilceu Rossato, e o médico cardiologista Carlos Carretoni. “Para Senado, iremos com Wellington Fagundes. A questão é o fechamento ainda oficial ainda podemos pleitear uma suplência. A segunda suplência ainda não tá fechada. O partido ainda tá nessa de buscar a segunda suplência, nós temos o Rossato, o Carretoni”, destacou.

 

Sachetti ainda criticou a legislação partidária que trata sobre federação e coligações. Ele acredita que ela precisa ser alterada.

 

Em sua avaliação, ela não possui ‘coerência ideológica’, uma vez que joga o político ‘de um lado para o outro’, da direita para esquerda, e isso deixa o eleitor muito confuso na hora de escolher em qual candidato irá votar. “Tá difícil porque a legislação partidária precisa ser alterada. Do jeito que tá aí vira uma salada que as pessoas não conseguem entender. Hora você tá de um lado, hora você tá do outro lado. Não há uma coerência nessas coligações, principalmente ideológica, e eu acho que teria que mudar a legislação, criar outros mecanismos que o que estão aí não estão surtindo os efeitos desejados”, avaliou, acrescentando que a intenção de reduzir os partidos não irá ocorrer.

 

PACCOLA

Questionado sobre o vereador tenente-coronel Marcos Paccola disputar uma vaga à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o presidente disse que a sigla está dando a oportunidade a Paccola de conquistar o mandato e não dando de mãos beijadas. Além disso, enfatizou que é o eleitor que vai dizer se quer ou não o parlamentar de Cuiabá acusado de matar o agente socioeduactivom Alexandre Miyawaga. “Partido político não é um julgador. Eu não sou justiça que é quem vai dizer se o Paccola é culpado ou não. E tem mais. Nós temos outro julgador que é mais importante que a justiça: o eleitor. Ele vai nos dizer se quer o Paccola ou não. A oportunidade dele disputar nós vamos dar e não vamos dar o mandato pra ele”, explicou. 

 

Sachetti ainda disse que o Ministério Público denunciou o vereador porque era uma obrigação, mas até terminar os tramites do julgamento, muita coisa ainda pode acontecer e Paccola tem o direito de se defender. “Houve um homicídio? Houve. O Ministério Público denunciou? Denunciou por obrigação por que tem que denunciar. Agora entre denunciar e terminar o processo tem um caminho a ser andado. Nós não podemos atravessar e sair na frente e tirar o direito dele de fazer sua defesa”, finalizou.

 

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